quinta-feira, 5 de novembro de 2009

E põe caótico nisso

As últimas semanas foram muito movimentadas. Ganhei ingressos da Dynamite para o show do Living Colour e fui conferir. Devo dizer que ficou aquém de minhas expectativas, as músicas são interessantes e os músicos são feras, mas falta ritmo e sobra improviso. O público cansa e parece que só os músicos se divertem. Mas quem pagou pra estar lá?





O mesmo felizmente não posso dizer do lançamento do CD novo do Velhas Virgens, "Ninguém Beija Como AS Lésbicas" dia 06 de outubro no Inferno. Esse sim foi genial, a galera tocando com gosto, músicas novas ótimas e um clima muito bom do começo ao fim. Mais uma vez fico impressionada com a qualidade do trabalho do Paulo Anhaia, que fez uma participação especial tocando Ukelele, mas não me estenderei em elogios pois minha opinião a respeito é parcial.




Tive a experiência de trabalhar na Jive club, foi bem divertido e gostei muito da balada. A banda que tocou era bem legal, Ketamina, e encontrei um monte de conhecidos, inclusive a Evelyn que fez o aniversário lá e tinha me convidado pra festa, convite que eu recusei porque iria trabalhar. Coincidências existem.

Fiz mais um trabalho de master pro UFO, gostei bastante do som da banda e do resultado, confiram: CPI.

Infelizmente tive que parar de ir regularmente até a Audiomobile. Só tenho a agradecer todo mundo e todas as experiências por que passei lá, e acredito que essa experiência me será muito útil nessa nova etapa. O mesmo aconteceu com a Funhouse, tive algumas diferenças de opinião que impossibilitaram que eu continuasse por lá, mas fica a experiência que sempre é válida.


Terminei de ler recentemente Mundo sem Fim, de Ken Follet, uma ótima trama sobre poder, política, religião e amor na Inglaterra medieval assolada pela peste.



E assisti no feriado a Distrito 9 (District Nine), um filme que combina ficção científica com crítica social. Como? Isso mesmo. Altamente recomendado.





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