terça-feira, 20 de outubro de 2009

lotta work



Mais um ano, mais uma expomusic.
Trabalhei esse ano novamente no stand da Pride e foi muito compensador. Sempre é bacana estar a trabalho na expo, te dá um status diferenciado em meio ao mar de curiosos e amadores, tirando a grana que não é das piores. A melhor parte é sempre aprender coisas novas sobre instrumentos e áudio, e claro ficar falando bobagem com os companheiros de stand, sempre figuraças. Uma seleção dos maiores destaques:


Squier - linha Classic Vibe, chegou pra acabar de vez com o estigma que a Squier tem de instrumento barato e ruim, baixos e guitarras em madeiras nobres com design vintage. Virei fã da Squier ao adquirir a minha primeira guitarra, uma strato de 86 preta japonesa, apelidada Charlene.

Fender - linha Road Worn, com cara de usada e mais em conta que a Custom Shop, e guitas e baixos signature do Iron Maiden. Além da Relic de David Gilmour, a mais cara do stand.

Amplis EVH, do Van Halen.


Vox - Amplug , um ampli miniatura com um plug p10 para estudo e ensaio, genial.

Gibson - Dark Fire, robot guitar com piezo, regulagem eletrônica e mais um monte de inovações, não teve o destaque que merecia no stand.


Staff Drum
- bateria eletroacústica, batera acústica com sistema eletronico tipo das V-Drums, juntando a praticidade de uma ao feeling da outra.

Estou certa de que teve muito mais, mas não deu pra conferir tudo porque não podia ficar muito tempo longe do stand em que trabalhei, mas a feira estava bombando e foi um sucesso.






Minha última ida ao cinema foi uma cortesia da Fábrica de Quadrinhos e da Warner Bros, ganhei os ingressos e uma camiseta irada na promo do site - coisa que acontece com relativa frequência.

Fui ver "A Órfã", sobre um casal que após perder um bebê decide adotar uma menina mais velha, sem saber a encrenca em que está se metendo... Gostei muito, é tenso, o roteiro tem criatividade e a interpretação da garotinha é muito acima da média, vale a pena conferir.



Finalmente também consegui conferir a Exposição Cérebro lá no Ibirapuera, vale a visita apesar do ingresso estar meio caro... Tem muitas informações e muitos dispositivos interativos que explicam bem várias questões relativas ao funcionamento desse órgão, de forma que não se precisa forçá-lo demais para entender. ;)










E depois acompanhei o Paulo até o Festival Close Up 2, em todas as bandas que tocaram ele gravou e/ou produziu.

Sendo estas: Fake Number, Hevo 84, Strike, Fresno e NX Zero. O queeeeeee voce foi ver as bandas emo? Me perguntaram. Sim eu vi e saí de lá respeitando todas elas muito mais. Apesar de os fãs dessas bandas serem muitas vezes indigestos, fenômeno compartilhado por outras como Legião Urbana e Raul Seixas, vendo-as ao vivo é impossível negar seu comprometimento, competência, profissionalismo e o talento dos músicos que as integram. Me surpreendeu
mesmo, mais uma prova de que o preconceito é uma barreira que sempre limita nossa visão. Mas que as meninas histéricas de lá deveriam ter apanhado mais quando crianças, isso deviam.